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Câncer de Próstata

OBSERVAÇÃO VIGILANTE EM CÂNCER DE PRÓSTATA
Recentemente alguns estudos científicos internacionais tem demonstrado que seria possível não tratar inicialmente o câncer e próstata, através de cirurgia ,radioteapia e braquiterapia.

Essa informação traz muita esperança para os pacientes que querem evitar alterações em sua vida sexual, ejaculação, problemas urinários entre outros. Muitas vezes, ainda jovens, os pacientes tem diagnóstico de câncer de próstata sem nenhum sintoma e se submetem a tratamentos que podem trazer esses transtornos.

É possível portanto, não tratar inicialmenteapenasalguns casos de câncer de próstata. Isso seria para uma parcela limitada e muito bem selecionada de pacientes. O câncer de próstata é um câncer muito comum, acomete 1 em cada 6 homens. Conforme os homens envelhecem essa incidência aumenta. O que acontece é que uma minoria desses homens (10% a 30%) são portadores de um tumor de muito baixa agressividade, podendo serem acompanhados de perto sem nenhum tipo de tratamento inicial. Porém, se a doença apresentar qualquer tipo de aumento de agressividade ou piora no quadro, esse paciente deveráser submetido aos tratamentos tradicionais com a mesma chance de cura que ele teria num primeiro tratamento.

É importante salientar que para serem apenas acompanhados, esses pacientes devem ter um tumor com baixo índice de agressividade, limitados níveis de PSA, uma doença localizada, além de características individuais de cada paciente, como a tranquilidade de conviver com um diagnóstico de câncer que, sabemos, pode comprometer e muito a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares. Somente após a avaliação de um especialista e estando esse paciente dentro de absolutamente todos os critérios, é que ele poderá ser submetido a essa observação vigilante. Vale lembrar que essa conduta requer bastante colaboração do paciente, pois são necessárias de 3 a 5 consultas ao longo do ano com um acompanhamente periódico de exames de sangue, ressonância magnéticas. Poderá ser necessária a repetição algumas biópsias da próstata.  Qualquer alteração que o aumento da agressividade da doença, progressão a biópsia,  ou se o paciente se cansar dessa abordagem, ele deverá ser tratado.

Os estudos revelam que após 10 anos de acompanhamento cerca de 30 a 40% desses pacientes necessitam de tratamento e a mortalidade por câncer permanece idêntica (em torno de 1 a 3%) aos que são tratados numa primeira abordagem. Devemos ressaltar que muitas vezes, os pacientes desejam não ser tratados, mas se apresentarem neoplasias com características de maior risco de porgressão e recidiva, a observação vigilante lhes deverá ser contraindicada. Usualmente as decisões entre tratar ou acompanhar o câncer de próstata é uma decisão conjunta a ser compartilhada entre os pacientes, seus médicos e eventualmente seus familiares, após ampla discussão sobre risco, benefícios e custos envolvidos.

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